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Primeira vitória do algarvio no circuito nacional SUP

Diogo Sousa Vence Etapa Race na Caparica

Pódio 1ª Etapa Circuito Nacional SUP Race Técnico 2018 com dois algarvios: Diogo Sousa em 1º e Tiago Dinis em 3º (®WindRiders)
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Diogo Sousa (Albufeira Surf Clube / Team NSP Portugal) venceu a 1ª Etapa do Circuito Nacional de Stand Up Paddle Race Técnico 2018, na categoria 14′. O team leader NSP e também atleta do Abufeira Surf Clube, Tiago Dinis, fez 3º lugar, garantindo dois lugares algarvios no pódio. A prova foi disputada na Praia da Cova do Vapor, Trafaria, ontem, sábado 31 de março, no âmbito do Caparica-Primavera Surf Fest. Foi a primeira vitória de Diogo Sousa no circuito nacional SUP.

A prova na Trafaria foi disputada em condições desafiantes. Os atletas esperavam um plano de água liso na Cova do Vapor, mas a forte corrente do Tejo aliada a ondulação impulsionada pela maré viva fez com que o plano de água ficasse muito agitado e desordenado. Em diferentes fases do percurso, os atletas enfrentaram ventos contra, ondulação lateral, downwind a apanhar vagas e quebra-cocos junto à praia; uma combinação de condições que criou um grande desafio técnico aos participantes.

“De duas pranchas de flatwater que tinha, tive de escolher a que suportasse melhor aquelas condições e que me permitisse cair o mínimo possível e surfar as vagas até à praia. E assim foi, consegui isolar-me no grupo da frente, juntamente com atletas muito fortes de 12’6” e mantive a minha posição até ao fim”, comentou Diogo Sousa, para o Swell-Algarve.

Depois de ter alcançado a sua primeira vitória nacional, na Trafaria, na imagem, Diogo Sousa entrou em estágio com a Equipa Nacional de SUP (®WindRiders)

Depois da prova, Diogo Sousa ficou por Lisboa, para participar no primeiro estágio da equipa nacional de SUP, até terça-feira, no Centro de Alto Rendimento do Jamor. O atleta algarvio está a ter um bom início de época, precisamente a temporada em que assume a mudança das pranchas 12’6” para as 14′. A mudança foi decidida para acompanhar a tendência internacional que parece favorecer as pranchas maiores como ‘standard’ e também para acompanhar o colega de treinos Tiago Dinis.

Mas outra razão teve maior peso na mudança. “Eu faço isto por gosto e essa foi a principal razão de ter mudado para pranchas de 14′, porque é uma prancha maior, que me permite divertir-me mais em condições como por exemplo em downwinds ou em água lisa”, explicou Diogo Sousa, ao Swell-Algarve.

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