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Cameron Munro, 21 anos de idade

Instrutor da Algarve Surf School Morre em Bali

Cameron Munro era instrutor de surf em Sagres. Morreu afogado em Bali. Tinha 21 anos de idade (®AlgarveSurfSchool)
Cameron Munro era instrutor de surf em Sagres. Morreu afogado em Bali. Tinha 21 anos de idade (®AlgarveSurfSchool)
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O surfista inglês Cameron Munro morreu afogado em Bali, Indonésia. Tinha 21 anos de idade. ‘Cam’ era instrutor na escola de surf algarvia Algarve Surf School & Camp, em Sagres, há três anos. “Era o rapaz mais tranquilo, boa onda, bem disposto, humilde que se possa imaginar” comentou Zara Mata, presidente do Algarve Surf Clube, entidade no âmbito da qual funciona a escola de surf.

Cameron era um surfista muito experiente e as circunstâncias do acidente que o vitimou ainda não estão completamente esclarecidas. O surfista inglês já tinha estado mais vezes em Bali. Segundo referiu Zara Mata, ao Swell-Algarve, Cameron Munro “afogou-se a surfar”. O surfista estava em Uluwatu, na Península de Bukit, destino de surf com fama mundial por causa de cinco ‘picos’, incluindo ‘Bombie’, uma onda extremamente poderosa.

'Cam' era instrutor de surf na Algarve Surf School há três anos. Era adorado por todos (®AlgarveSurfSchool)

‘Cam’ era instrutor de surf na Algarve Surf School há três anos. Era adorado por todos (®AlgarveSurfSchool)

A morte de Cameron Munro causou bastante consternação na comunidade surfista mais próxima da Algarve Surf School & Camp. “O Cam era adorado por todos os amigos, colegas e clientes. Ninguém jamais conseguirá dizer nada de negativo sobre ele porque, simplesmente, ele não tinha nada que não fosse positivo. Tinha sempre um sorriso e era muito profissional”, caraterizou Zara Mata, em declarações ao Swell-Algarve.

O ‘shaper’ Ivo Afonso, da marca algarvia de pranchas de surf Plâncton Surfboards, está na Indonésia. Em contato com o Swell-Algarve, o ‘shaper’ disse que o acidente fatal de Cameron Munro ocorreu na zona de Nusa Dua. “Surfei várias vezes com ele cá. Simplesmente cruzávamos olhares e partilhávamos ondas”, disse Ivo Afonso, indicando que as ondas no dia do acidente estavam “muito cavadas”.

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