28 de Março a 4 de Abril

Future Leva Alunos a Marrocos

Guga (de amarelo) com os 7 alunos que levou até Marrocos (@futuresurfingschool)

A Future Surfing School regressou a Marrocos na viagem anual da Páscoa. A escola de surf de Portimão (Praia da Rocha) realizou uma surf trip a Taghazout, de 28 de Março a 4 de Abril, com 7 alunos e 2 treinadores. Aquela zona na costa atlântica do Sul de Marrocos é conhecida pelo famoso Anchor Point, com fundo rochoso, mas tem alguns ‘beach brakes’ que também foram experimentados pelos jovens surfistas algarvios.

Aluno Cedric Clairbois (@futuresurfingschool)

Aluno Cedric Clairbois (@futuresurfingschool)

A primeira viagem a Marrocos realizada pela Future Surfing School aconteceu em Outubro de 2011. O desejado regresso, esta Páscoa, foi protagonizado pelos treinadores Gustavo Gouveia (Guga) e Paulo Almeida, com os alunos Damien Clairbois, Cedric Clairbois, João Páscoa, Ralph Van Hek, Inês Pascoal, Bruno Teixeira e Pedro Rosa. A comitiva algarvia ficou instalada no ‘surf camp’ La Point.

Aluno João Páscoa (@futuresurfingschool)

Aluno João Páscoa (@futuresurfingschool)

O grupo viajou em carrinha até Sevilha e daí seguiu de avião até Marraquexe, já em Marrocos. Os restantes 300 quilómetros até Taghazout foram feitos em viatura alugada. Taghazout é uma pequena vila piscatória, a 20 quilómetros de Agadir, e ali está localizado “um dos picos mais emblemáticos de Marrocos, o Anchor Point”, sublinhou Gustavo Gouveia.

Treinador Paulo Almeida (@futuresurfingschool)

Treinador Paulo Almeida (@futuresurfingschool)

“Apanhámos dois dias muito bons”, disse Paulo Almeida, ao Swell-Algarve. Os alunos experimentaram Anchor Point e também alguns ‘beach brakes’ (picos com fundo de areia) na região, nomeadamente Boilers, chegando mesmo a surfar ondas de metro e meio. Foi uma viagem sempre com bom ambiente e alguns momentos de bom mar, que promoveram a evolução técnica dos alunos.

Aluno Pedro Rosa (@futuresurfingschool)

Aluno Pedro Rosa (@futuresurfingschool)

“Os alunos ganharam mais à-vontade nas pedras e em mar maior”, disse Paulo Almeida. “Eles cresceram enquanto pessoas e surfistas. Aprenderam a respeitar outras ondas e voltaram mais confiantes”, concluiu Gustavo Gouveia.

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