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Luís Brito convidado para 'barco voador' japonês

Algarvio Ajuda a Formar Velejadores Japoneses

Algarvio Luís Brito, de azul, a bordo do GC32 Mamma Aiuto, no Lago Garda, em Itália (®MartinaOrsini)
Algarvio Luís Brito, de azul, a bordo do GC32 Mamma Aiuto, no Lago Garda, em Itália (®MartinaOrsini)
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O velejador olímpico algarvio Luís Brito integrou por convite a tripulação da equipa japonesa Mamma Aiuto Sailing Team que há uma semana se estreou no circuito de ‘barcos voadores’ GC32 Racing Tour, na 2ª Etapa, no Lago Garda, em Itália. O barco japonês tem como missão de fundo a preparação de jovens velejadores japoneses que querem participar na Youth Americas Cup. O convite ao velejador de Portimão, que já integra a tripulação do GC32 Sail Portugal no Extreme Sailing Series, prova um reconhecimento cada vez maior do atleta algarvio na vela internacional.

Luís Brito, fundador do projeto social Vela Solidária, em Portimão, está a tornar-se num autêntico ‘globetrotter’ da vela. O algarvio foi este ano convidado a integrar a tripulação do Sail Portugal, equipa portuguesa que participa no circuito mundial de elite de ‘barcos voadores’ GC32 Extreme Sailing Series. Este circuito tem apenas oito barcos em competição e tem proporcionado a Luís Brito uma enriquecedora experiência nos ‘super catamarans’ com ‘foils’.

GC32 Mamma Aiuto Sailing Team a planar no Lago Garda com algarvio Luís Brito a bordo (®MartinaOrsini)

GC32 Mamma Aiuto Sailing Team a planar no Lago Garda com algarvio Luís Brito a bordo (®MartinaOrsini)

“Os GC32 começam a ser opção cada vez mais real para me manter num nível competitivo elevado e ao lado de alguns dos melhores do mundo”, reconheceu Luís Brito, em declarações ao Swell-Algarve. Depois de três etapas no Extreme Sailing Series com a Sail Portugal – em Muscat (Omã), Qingdao (China) e Cardiff (Reino Unido) – Luís Brito foi convidado a participar na estreia japonesa no GC32 Racing Tour, na Malcesine Cup, em Itália. O convite foi feito por Javi de la Placa, que também navega com a Sail Portugal.

“A minha participação (na equipa japonesa) deve-se sobretudo a dois fatores: a minha experiência nestes barcos, que apesar de pouca, começa a ser significativa no mundo dos barcos com foils e a minha condição física. Este barcos implicam que os velejadores se encontrem em muito boa condição física”, explicou Luís Brito, ao Swell-Algarve.

A equipa japonesa Mamma Aiuto Sailing Team completou a 2ª Etapa do GC32 Racing Tour na 7ª posição, entre 10 competidores. Luís Brito navegou na posição de trimer de estai e geneker (Code 0), tal como na prova Extreme Series em Cardiff com a Sail Portugal. Na prova Racing Tour em Itália, a equipa nipónica integrou dois jovens japoneses, mas apenas um deles navegou e numa única regata.

Luís Brito a tratar de afinações do GC32 em Itália. Algarvio está em dois circuitos mundiais de 'barcos voadores' e ainda lidera o circuito mediterrânico em Swan 45 (®MartinaOrsini)

Luís Brito a tratar de afinações do GC32 em Itália. Algarvio está em dois circuitos mundiais de ‘barcos voadores’ e ainda lidera o circuito mediterrânico em Swan 45 (®MartinaOrsini)

A Mamma Aiuto Sailing Team vai também participar na 3ª Etapa do GC32 Racing Tour, que fará a estreia destes ‘barcos voadores’ na famosa prova espanhola Copa del Rey, em ação nas águas da Ilha de Palma de Maiorca a partir do dia 1 de agosto. Luís Brito estará nessa prova, mas num barco diferente.

“Na Copa do Rei, estarei a bordo do Gaastra, um Swan 45, com o qual participei no Palma Vela e na Giraglia e que neste momento ocupa o 1º lugar do circuito mediterrânico de Swan 45. Este compromisso, assumido no início do ano, não me permite estar na Copa do Rei a bordo de um GC32″, revelou Luís Brito, ao Swell-Algarve.

Vão ser dias intensos. No próximo dia 25, Luís Brito vai viajar com a Sail Portugal para a 4ª Etapa do Extreme Sailing Series 2016, em Hamburgo, Alemanha, nos dias 28 a 31 de julho. No dia seguinte ao final dessa etapa terá de estar em Palma de Maiorca, para cumprir o compromisso assumido com a tripulação do Gaastra no circuito mediterrâneo de Swan 45. Vento não falta ao velejador algarvio…

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