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Circuito ASCC | 3ª Etapa

Super Martim em Dobradinha Algarvia na Caparica

'Martim' Magalhães em ação na Praia do Marcelino, onde apresentou um surf de luxo, com notas altas (®ASCC)
'Martim' Magalhães em ação na Praia do Marcelino, onde apresentou um surf de luxo, com notas altas (®ASCC)
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Os algarvios Frederico ‘Martim’ Magalhães e António Silveira, atletas do Clube Naval de Portimão, foram 1º e 2º classificados na final Sub-18 da 3ª Etapa do Circuito da Associação de Surf da Costa de Caparica (ASCC). A marca Algarve na Praia do Marcelino, este domingo, 8 de novembro, foi reforçada com a brilhante exibição de ‘Martim’ também na categoria Open, que concluiu em 2º lugar, a escassos 0,59 pontos do vencedor, o tricampeão nacional João Antunes.

Poucas semanas depois de ter iniciado a nova fase de treino intensivo com base na Ericeira, sob orientação técnica do treinador José Pyrrait; o algarvio Frederico ‘Martim’ Magalhães apresentou um surf de luxo na Costa de Caparica. ‘Martim’ e ‘Tó’ concluíram hoje a etapa iniciada há um mês e então adiada por falta de ondas.

Ontem, sábado 7 de novembro, a Praia do Marcelino apresentou ondas perfeitas de metro a metro e meio. ‘Martim’ pontuou forte nas duas baterias que disputou, quartos-de-final Sub-18 e Open. Hoje, domingo 8 de novembro, o ‘mar baixou’ um pouco na Caparica, mas esteve ‘glass’ (superfície lisa, sem vento) e com ondas de metro na série (‘set’).

António Silveira (à esquerda) e Frederico 'Martim' Magalhães deixaram a marca Algarve na Costa de Caparica (®DireitosReservados)

António Silveira (à esquerda) e Frederico ‘Martim’ Magalhães deixaram a marca Algarve na Costa de Caparica (®DireitosReservados)

António Silveira evoluiu discreto, mas seguro até à final Sub-18 e já eliminado no Open. Conseguiu o 2º lugar (9,94 | 5,77+4,17) numa final com dois algarvios. Frederico ‘Martim’ Magalhães esteve absolutamente endiabrado na final Sub-18;, venceu com autoridade (15,60 | 8,17+7,43), fez ondas com pontuações altas e deixou os 3º e 4º classificados em combinação (a precisar de duas ondas), incluindo o prodígio Afonso Antunes (4º). O próprio António Silveira terminou quase em combinação, a precisar de uma nota 9,84 para chegar a primeiro.

Na final Open, já com a maré mais vazia e as ‘ondas a fecharem’, Martim lutou com manobras isoladas contra a maior experiência do local João Antunes (pai de Afonso Antunes), que ‘espremeu’ as ondas até à areia. Foi uma final com notas baixas, que os dois primeiros concluíram com pontuações na casa dos 10 pontos… separados por menos de 6 décimas de ponto.

Frederico ‘Martim’ Magalhães não venceu a final Open por muito pouco. Não apenas pela diferença na pontuação final, mas porque caiu na penúltima onda, quando precisava de uma nota na casa dos 5 pontos. Foi numa onda de ‘set’, onde o surfista faz uma manobra poderosa e depois cai na junção. Valeu 4,67 pontos. Se tivesse concluído sem cair, valia a vitória na final Open.

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