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Volcom Pipe Pro | QS 3000 no Havai

Kelly Slater Regressa às Vitórias

Kelly Slater festeja a sua primeira vitória em dois anos no surf mundial (®WSL/Freesurf/Heff)
Kelly Slater festeja a sua primeira vitória em dois anos no surf mundial (®WSL/Freesurf/Heff)
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O muticampeão do mundo de surf Kelly Slater alcançou esta madrugada a sua primeira vitória em campeonatos oficiais da World Surf League nos últimos dois anos. O norte-americano parece ter reencontrado o ‘mojo’ de campeão na sua onda favorita, Pipeline, no Havai, onde venceu a sétima edição do Volcom Pipe Pro, em condições de luxo.

O Volcom Pipe Pro é uma prova oficial do circuito mundial Qualifying Series da World Surf League e atribui três mil pontos ao vencedor, sendo por isso denominada uma prova QS 3000. A prova é realizada na famosa onda Pipeline, que recebe também uma etapa do circuito mundial de elite Championship Tour.

Kelly Slater na sua melhor onda durante a final do Volcom Pipe Pro (®WSL/Freesurf/Heff)

Kelly Slater na sua melhor onda durante a final do Volcom Pipe Pro (®WSL/Freesurf/Heff)

Pipeline esteve de luxo no dia da fase final do Volcom Pipe Pro, levando os surfistas aos limites das suas capacidades técnicas na manobra do tubo. Kelly Slater é o grande maestro de Pipeline e realizou um campeonato com exibições brilhantes, sempre com pontuações elevadas e com domínio estratégico nas baterias.

Na final, Kelly Slater (16,56 | 7,83+8,73) enfrentou três talentos locais e deixou quase todos os adversários ‘em combinação’, mostrando concentração e resistência à pressão muito acima da média. Jamie O’Brien (9,94 | 4,27+5,67) fez 2º lugar, mas ficou a precisar da combinação de duas ondas para assaltar a liderança.

Havaiano Jamie O'Brien foi uma das surpresas na prova. Ei-lo na onda nota 10 que fez durante o último dia (®WSL/Freesurf/Heff)

Havaiano Jamie O’Brien foi uma das surpresas na prova. Ei-lo na onda nota 10 que fez durante o último dia (®WSL/Freesurf/Heff)

O jovem Makai McNamara (8,90 | 8,67+0,23) fez a melhor onda da final e por isso não ficou ‘em combinação’, mas não conseguiu encontrar uma segunda onda para desafiar o ‘rei’. Concluiu a prova em 3º lugar, o seu melhor resultado de sempre. O renascido Bruce Irons (6,73 | 2,90+383) esteve apagado na final (4º classificado), muito distante das boas exibições que realizou durante o campeonato.

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